16/12/2023

Terceiro Domingo no Advento (Ano B)

“A pregação de São João Batista” (1627), Pieter Lastman (1583−1633)

Cor litúrgica: Roxa ou Azul

  • Isaías 61.1-4, 8-11
  • Salmo 126
  • 1 Tessalonicenses 5.16-24
  • João 1.6-8, 19-28

A vinda do Cristo traz a verdadeira alegria em seu perdão

Ao pregar o arrependimento, João Batista nos aponta para Cristo Jesus. São João Batista foi enviado por Deus " como testemunha para testificar a respeito da luz, para que todos viessem a crer por meio dele" (Jo 1.7). Ele batiza com água a fim de preparar "o caminho do Senhor", que resgatará o seu povo dos seus pecados (Jo 1.23). Este Senhor Jesus, que vem depois de João Batista está agora no meio de nós e se tornou conhecido de nós (Jo 1.26-27). Ele foi ungido pelo Espírito Santo "para pregar boas-novas aos pobres" e "curar os quebrantados de coração" (Is 61.1). Através do lavar da água com sua Palavra e Espírito, Ele cobre a sua Igreja "de vestes de salvação" e a adorna com sua própria justiça, "como noiva que se enfeita com as suas joias" (Is 61.10). Por esse motivo, "estejam sempre alegres" no Senhor, "orem sem cessar" e, "em tudo, deem graças" (1 Ts 5.16-18). O "Deus da paz", que os chamou pelo Evangelho, "os santifique em tudo", para que "o espírito, a alma e o corpo de vocês sejam conservados íntegros e irrepreensíveis na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo" (1 Ts 5.23-24).

ORAÇÃO DO DIA:

Senhor Jesus Cristo, pedimos que ouças as nossas orações e ilumines as trevas dos nossos corações pela tua graciosa visitação; pois tu vives e reinas com o Pai e o Espírito Santo, um só Deus, agora e sempre. Amém.

— Comentário traduzido e adaptado de Lectionary Summaries (The Lutheran Church—Missouri Synod). Salvo exceção, todas as citações da Bíblia Sagrada são da versão Nova Almeida Atualizada (NAA), da Sociedade Bíblica do Brasil. A Coleta é do Culto Luterano – Lecionários (Editora Concórdia).

02/11/2023

Dia de Finados

 🕯️ Dia de Finados (2 de novembro)

No Dia de Finados, lembramos com gratidão a perseverança dos irmãos e irmãs que adormeceram na fé em Cristo, confiando que, assim como eles, também nós seremos ressuscitados para a vida eterna.

Assim, a Igreja confessa que há um só corpo e um só Espírito (Ef 4.4). Os que vivem e os que dormem no Senhor permanecem unidos na mesma comunhão dos santos. Em Cristo, a morte foi vencida, e o amor de Deus nos mantém unidos para sempre.

Neste sentido, o Dia de Todos os Santos (1º de novembro) e o Dia de Finados (2 de novembro) não são opostos, mas complementares dentro de uma mesma confissão de fé: ambos celebram a Igreja una em Cristo, composta de santos vivos e falecidos, unidos no mesmo corpo místico do Senhor (Ef 4.4–6; Hb 12.22–23).

➡ Cristo é a ressurreição e a vida.
➡ Os que nele creem já passaram da morte para a vida.
➡ A esperança cristã repousa na promessa da nova criação e na comunhão eterna com o Senhor.

📖  Isaías 35.3-10; Salmo 34.1-9; 2 Pedro 3.8-14,18; João 5.24-29

🙏 Todo-poderoso Deus,
contigo estão todos os que adormeceram confiando em ti
e nas tuas promessas em Cristo,
pois agora descansam aliviados da carga do pecado.
Agradecemos-te pela tua presença amorosa
na vida de todos aqueles que perseveraram na fé até o fim,
e pedimos que permitas
que os nossos caminhos e os daqueles que já partiram
se encontrem na mansão que preparaste
para os que confiam em teu Filho, Jesus Cristo, nosso Senhor,
que vive e reina contigo e o Espírito Santo,
um só Deus, agora e sempre.
Amém.

🎶 Sei que vive o Redentor,
vive e me enche de esperança;
morro em paz e sem temor.
Não me abala a confiança
mesmo o fúnebre negror:
Tenho ao lado o meu Pastor.

Sei que Cristo reviveu:
eu também verei a vida
e herdarei com ele o céu.
Morte, já não és temida.
Cristo a mim irá levar,
e na glória irei morar. 

- Hinário Luterano 526:1-2 (atribuído a Otto von Schwerin, 1653) 

31/10/2023

Dia da Reforma Luterana


Em sua busca interior, Martinho Lutero indagou a si mesmo: "Como posso encontrar um Deus misericordioso?" ou, em outras palavras: "O que devo fazer para Deus me aceitar no céu?" A resposta que Lutero encontrou e anunciou é: Nada posso fazer! Somente por meio da graça de Cristo, somente por meio da Palavra de Deus, somente por meio da fé no Deus Trino sou salvo para a vida eterna.

Por isso, Lutero não ficou indiferente às falsas promessas de salvação oferecidas no comércio de indulgências. Na tentativa de despertar um debate e correção da prática abusiva, Lutero afixou 95 Teses na porta da Igreja do Castelo de Wittenberg em 31 de outubro de 1517. Foi o estopim de um verdadeiro movimento de Reforma. A palavra Reforma (do latim “reformatio”: restauração, renovação) expressa o desejo original de uma renovação da Igreja, não de cisma ou separação.

Lutero e seus colegas queriam que a Igreja retornasse à mensagem bíblica. Eles não eram pessoas perfeitas, mas com firmeza, corajosa defesa da fé e perguntas sinceras sobre Deus, moldaram profundamente a história. Em apenas 40 anos o movimento se alastrou por toda a Europa. Para muitos historiadores, a Reforma marca o fim da Idade Média e o início da Era Moderna. O Dia da Reforma é uma oportunidade não apenas para relembrar as tradições sobre as quais a nossa confissão se fundamenta, mas também para questionar os problemas atuais que ainda persistem na cristandade e ofuscam o verdadeiro evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo.

11/10/2023

Oração pela Paz

 


Senhor Deus, Pai Celestial, tu és imensuravelmente santo e misericordioso. Ouve nossas orações pela paz na Terra Santa.

Senhor Jesus Cristo, nosso Deus, nossos olhos estão agora voltados para a Terra Santa, onde viveu tua puríssima Mãe, a Mãe de Deus, a Virgem Maria. Onde transcorreu tua vida terrena desde a tua Anunciação, tua Natividade e tua Apresentação. Onde, depois do teu Batismo, curaste milagrosamente os enfermos e fragilizados. Onde iluminaste os perdidos, levantaste os caídos e desesperados. Onde foste entregue para ser crucificado, e até hoje nós te crucificamos com os nossos pecados. Onde se deu a tua gloriosa Ressurreição. Onde venceste a morte. Donde ascendeste ao trono do Pai Celestial Todo-Poderoso, e onde enviaste o Espírito Santo para nos confortar.

Dali teus discípulos saíram pregar. Dali o Santo Evangelho começou a santificar e iluminar o mundo. Salva e preserva a Terra Santa, testemunha teu sofrimento, manchada com o sangue dos primeiros mártires.

Tu vês, Senhor, as pessoas que estão sofrendo na Terra Santa, vês o conflito e a guerra que profanam os locais sagrados. Ali, onde orações deveriam ser feitas, explosões são provocadas, lágrimas, não de alegria, mas de tristeza, são derramadas. Cessa o ódio mortal dos beligerantes, dissipa as forças do mal. Fortalece os pacificadores com a força e o poder das hostes angelicais.

Reconhecemos, Senhor, que por causa de nossos pecados só merecemos castigo; e enxergamos sinais disso no fato de permitires a fúria das tormentas, incêndios, inundações, terremotos e guerras para dar discernimento aos perdidos. Por isso, oramos: não nos castigue por causa dos nossos pecados, nem nos trate como merecemos, mas segundo a tua infinita misericórdia.

Concede paz ao centro do mundo - a Terra Santa. Tu, que vive e reina agora e sempre. Amém.


- Traduzido e adaptado de Siberian Evangelical Lutheran Church

27/06/2023

A SAGRADA LITURGIA ~ Santa Absolvição

 


SANTA ABSOLVIÇÃO

Antes de tratarmos especificamente da Santa Absolvição, observe que em seus Hinários toda essa parte que envolve a Invocação do Nome do Senhor, a Confissão de Pecados e a Santa Absolvição é denominada de “Preparação”. Obviamente, algumas perguntas que podem vir a mente são: Por que “Preparação”? Ou ainda: Como assim “Preparação”? E claro: “Preparação” para o que?

Há um texto bíblico que nos ajuda a compreender esta denominação e também responde estas questões levantadas: Êxodo 3. 2-5 – “tira as sandálias dos pés porque o lugar em que está é terra santa!

Êxodo 3 mostra que a presença do Senhor em meio a sarça fazia daquele lugar um lugar sagrado, e as sandálias – no Antigo Oriente Próximo – por carregar as sujeiras do dia-a-dia eram associadas a impureza. Mas, o que isso tem a ver com o Culto Divino? O Culto Divino é uma Sarça Ardente para nós! É o Senhor vindo falar conosco, é um momento em que estamos na presença real de nosso Deus. Porém, nós somos impuros por causa de nossa natureza pecaminosa. E agora?

Já repararam que sempre que o Senhor – o puro – vai ao encontro do pecador – o impuro – ele não se torna impuro como o pecado. Pelo contrário, ele purifica o pecador. E é exatamente isso que acontece nesta “Preparação”. Por sermos impuros não deveríamos estar na presença de Deus; porém, Deus misericordiosamente vem ao nosso encontro e, por meio da Confissão de Pecados e da Santa Absolvição, nos purifica de todo o pecado; e assim, nos prepara para que, de forma devida, estejamos na presença do Senhor, neste lugar Sagrado, para ouvirmos tudo aquilo que ele tem a nos dizer por meio de sua Palavra.

Tiramos as sandálias de nossos pés, isto é, confessamos os nossos pecados, e assim, nossa “Preparação” para ouvir a Palavra de Deus acontece. E justamente a conclusão desta “Preparação” é também a primeira Palavra que ouvimos do Senhor dirigida a nós. Esta conclusão e primeira Palavra é o que chamamos de “Santa Absolvição”, um momento sublime em que um “Ministro do Senhor, ordenado e chamado” diz: “Eu perdoo todos os seus pecados!”.

Como assim? Talvez alguém possa indagar. Um ministro, mesmo ordenado e chamado, continua sendo um ser humano, e sendo um ser humano, ele é pecador. Portanto, como ele pode dizer “Eu te perdoo”, mesmo que ele diz que é “em nome do Senhor” isso não soa estranho ou até errado? De acordo com as Sagradas Escrituras, errado é negar isso! Vejam o texto indicado em nosso Hinário: S. João 20. 19-23 – “Se vocês perdoarem os pecados de alguém, eles serão perdoados!

Jesus instituiu a Santa Absolvição para que nós tenhamos certeza do seu perdão. E para tanto, ele enviou seus primeiros Ministros – os Apóstolos – justamente com essa função de perdoar e reter pecados. “Assim como o Pai me enviou, eu envio vocês”. Assim, um ministro não só pode, como deve perdoar os pecados em Nome do Senhor porque o próprio Senhor o enviou para fazer isso!

O Apóstolo Paulo procura deixar essa verdade bem clara, ao afirmar: “Portanto, somos embaixadores em nome de Cristo, como se Deus exortasse por meio de nós. Em nome de Cristo, pois, pedimos que vocês se reconciliem com Deus” (2Coríntios 5:20).

É assim que a Sagrada Liturgia nos prepara, é assim que ela coloca diante de nós e sobre nós esta doce e graciosa Palavra de libertação e reconciliação, que é a Santa Absolvição, da mesma forma que Deus o fez junto a Moisés no inesquecível episódio da Sarça Ardente.

 

Rev. Helvécio J. Batista Jr.
Ministro do Senhor na Igreja Luterana Santíssima Trindade
Naviraí/MS - 2023 AD


19/06/2023

A SAGRADA LITURGIA ~ Confissão de Pecados

 


CONFISSÃO DE PECADOS

Após a Invocação do Nome do Senhor, a Sagrada Liturgia nos dirige para o momento de Confissão dos pecados e da Santa Absolvição.

Por que podemos confessar os nossos pecados a Deus? Antes de qualquer coisa, porque somos seus filhos e herdeiros por causa do Santo Batismo. E essa verdade foi trazida novamente a nós por meio das palavras iniciais do Culto Divino: “Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo”. Atrelado a isso, podemos nos aproximar de Deus para confessar os nossos pecados porque ele se coloca diante de nós para ouvir nossa confissão e estender o seu perdão – como ressalta os versículos iniciais deste momento litúrgico.

Ao observar o Hinário Luterano, identificamos estes consoladores e motivadores textos da Palavra de nosso Deus: “O nosso socorro está no nome do Senhor, que fez o céu e a terra” (Salmo 124:8). “Eu disse: confessarei ao Senhor as minhas transgressões; e tu perdoaste a maldade do meu pecado” (Salmo 32:5).

O que esses versículos nos ensinam nesse momento? Somos batizados pelo Senhor e reunidos em seu Nome. Mas, quem é este Deus que está no meio de nós? Salmo 124:8bO Senhor que fez o céu e a terra”. E como sabemos que, sendo nós pecadores, podemos nos aproximar nele e buscar nele o perdão? Salmo 124:8O nosso socorro está no Nome dele”. Sabendo disso, nós então seguimos o exemplo do Rei Davi e com a mesma confiança que ele teve “confessamos ao Senhor as nossas transgressões” na certeza de que ele “perdoa a iniquidade de nosso pecado” (Salmo 32:5).

Ainda cabe mais uma observação sobre este momento de Confissão de Pecados: A quem estamos confessando os nossos pecados? Ao Ministro do Senhor ou ao próprio Senhor?

O Catecismo Menor do bem-aventurado Dr. Martinho, que é um dos Documentos Confessionais da Igreja Luterana, que nós subscrevemos de forma incondicional, ensina a respeito disso que “a confissão compreende duas partes: primeiro, que confessemos os nossos pecados; segundo, que aceitemos a absolvição do confessor como de Deus mesmo, sem duvidar de modo algum, mas crendo firmemente que por ela os pecados são perdoados perante Deus no céu” (Cm V).

A partir disso, compreende-se que a confissão é feita ao Ministro, e não há problema quanto a isso porque ele está ali “em lugar e pela autoridade” do Senhor. Desse modo, a confissão feita a ele é certamente uma confissão feita ao próprio Senhor.

Um conhecido exemplo de confissão dos pecados a um Ministro do Senhor, e que vale a pena ser ressaltado por tudo o que a envolve, ocorre no Antigo Testamento com o Rei Davi diante do Profeta Natan (2Samuel 12: 1-13).


Rev. Helvécio J. Batista Jr.
Ministro do Senhor na Igreja Luterana Santíssima Trindade
Naviraí/MS, 2023 AD


31/05/2023

A SAGRADA LITURGIA ~ Invocação

 


INVOCAÇÃO

A Sagrada Liturgia do Culto Divino começa com uma lembrança que, ao mesmo tempo, também é uma confissão de Fé: “Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo”.

O que nos lembra essas palavras, quando elas foram ditas para nós pela primeira vez? O texto bíblico indicado no Hinário Luterano nos ajuda: “São Mateus 28.19” – A instituição do Santo Batismo. Ou seja, o Culto Cristão se inicia com a lembrança do Santo Batismo, a lembrança de que não somos pessoas quaisquer, mas filhos e herdeiros de Deus por causa do Santo Batismo.

O ato de fazer o sinal da cruz neste momento, por causa de seu significado, é oportuno, pois no Santo Batismo somos marcados, através das mãos de um Ministro, com a santa cruz de nosso Senhor, o que reflete que somos propriedade desse Deus, guardados por ele (Ezequiel 9: 1-6). Além disso, a Fonte Batismal em local visível e de destaque se torna importante. Por isso, recomenda-se que ela fique ou na entrada do templo – lembrando que somos trazidos ao Corpo de Cristo através do Santo Batismo; ou no centro do templo e diante do Altar – lembrando a centralidade do Santo Batismo em nossas vidas e também que é através da Aliança que Deus fez conosco através deste Sacramento que podemos nos aproximar do seu Altar; ou ainda, não havendo condições para as possibilidades anteriores, num local bem visível junto ao Altar. Tudo isso nos ajudará a lembrar, quando dizemos as palavras iniciais do Culto Divino, o Santo Batismo instituído pelo nosso Senhor e Salvador Jesus.

Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo” não é somente uma lembrança, como disse no início, é também uma confissão de Fé. Mas, o que estamos confessando com essas palavras? Novamente, o Hinário Luterano nos ajuda: entre colchetes há um segundo texto indicado – “São Mateus 18.20” – Jesus ensinando os seus discípulos que ser reunidos em seu Nome é sinal de sua presença real entre os seus. Ou seja, quando dizemos as palavras iniciais da Sagrada Liturgia, confessamos para nós mesmo e para todos ao nosso redor que o mais importante e o principal no Culto Divino é a presença do Senhor!

Aqui novamente, cabe ressaltar o sinal da cruz e a fonte batismal: o sinal da cruz testemunha para eu mesmo e para o próximo que o que marca minha vida não é algo que eu faça e sim aquele que se entregou e me salvou na cruz; a fonte batismal também é um testemunho – se ela está colocada em qualquer lugar ou até de escanteio, escondida, isto pode refletir um descaso com Cristo e sua Instituição. Por outro lado, a centralidade e a visualização da fonte batismal nos ajuda a perceber que, de fato, assim como Cristo nos reconciliou efetivamente através do Santo Batismo, hoje ele continua real e verdadeiramente presente entre nós quando somos reunidos em seu Nome. Tudo isto auxilia a confissão de Fé da Igreja.

Sabemos, agora, o que lembramos e confessamos com as palavras “Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo”. Mas, ainda há uma pergunta a ser feita: O título desta parte na Sagrada Liturgia é “Invocação”. O que estamos invocando? O próprio Deus? Mas ele é como um espírito das fábulas que precisa ser invocado para aparecer? Seria isso? Há um texto bíblico que nos auxilia nesta questão: “Gênesis 4.26” – invocar o Nome do Senhor! A nota na Bíblia de Estudos da Reforma sugere que esta expressão pode significar o início do Culto Litúrgico entre os seres humanos. Além disso, vários textos no Antigo e no Novo Testamento relacionam o “invocar o Nome do Senhor” com o Culto e o que ele de fato é – o Serviço de Deus em favor do ser humano (Romanos 10: 13-17). Deste modo, cabe dizer que não estamos invocando a Deus no início do Culto, mas sim o Nome do Senhor, e é nesse nome que somos reunidos.

 

Rev. Helvécio José Batista Júnior
Ministro do Senhor na Igreja Luterana Santíssima Trindade
Naviraí/MS, 2023 AD